quarta-feira, 19 de agosto de 2009

20 pedidos para realizar até 2020




Bem, estou preste a completar 30 anos, mas ainda não fiz todas as coisas que eu planejava fazer até essa idade. Admito que aproveitei muita coisa, muitos momentos, adquiri novos conhecimentos, conheci muitas pessoas, conquistei vários amigos (sempre) e passei por diversas experiências, digamos, extraordinárias.

Mas hoje resolvi fazer uma listinha, bem básica, das coisas que eu pretendo fazer após completar 30 anos, já que antes não dará mais tempo (ou quem sabe...). Na verdade, eu gostaria de estabelecer um ponto de partida e um limite de prazo, como por exemplo, os 40 anos.
Caramba! Muita coisa estará diferente no ano de 2020. Ops, vinte e vinte? Então, vamos estabelecer 20 coisas que pretendemos fazer até 2020. Seguem os meus desejos!

1 – Vou começar pelo básico: quero andar de avião! Mas também quero andar de balão, saltar de asa delta e de pára-quedas. Uia, será que terei coragem?

2 – Quero descobrir uma fórmula para meu cabelo nascer loiro naturalmente.

3 – Quero fazer depilação a laser geral.

4 – Quero descobrir um meio de me transportar para o mundo do faz de conta.

5 – Quero abrir uma empresa de projetos socialmente responsáveis.

6 – Quero ter pelo menos 4 filhos. Podem ser adotados.

7 – Quero uma casa bem grande com jardim e varanda.

8 – Quero me casar com uma pessoa de Deus. Ah, e quero uma festa de casamento linda!

9 – Quero ver meus pais juntos outra vez.

10 – Quero ser madrinha de batismo do meu primeiro sobrinho rsrs.

11 – Quero ir no casamento de todas as minhas amigas que estão solteiras hoje.

12 – Quero fazer um mestrado em Responsabilidade Social e dar aula.

13 – Quero ter um helicóptero. Pode ser o helicóptero da empresa.

14 – Quero conhecer Nova York, as pirâmides do Egito e a Terra Santa. Quero levar minha mãe comigo. Para Nova York, quero ir com a Tami e com a Rê. Mas vou levar o Jeff também. Porém, antes disso, quero ir ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

15 – Quero passar umas férias só com os meus irmãos – Adriana, Dudu e Giovane. Pode ser no Havaí ou na Jamaica.

16 – Quero descobrir como virar uma fada.

17 – Quero ver um tubarão enorme de pertinho.

18 – Quero fazer uma viagem no espaço e ver a Terra lá de cima.

19 – Quero colaborar com o meu trabalho para que o mundo seja um lugar melhor para se viver.

20 – E quero descobrir em Jesus Cristo o meu melhor Amigo, aprender a ser sua ovelha e a lhe servir. Quero entender um pouquinho esse grande Amor que ele sente por todos nós.

Obs.: Estou curiosa para saber quais são os seus desejos...

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Sal da Terra



Anda, quero te dizer nenhum segredo
Falo desse chão, da nossa casa, vem que tá na hora de arrumar
Tempo, quero viver mais duzentos anos
Quero não ferir meu semelhante, nem por isso quero me ferir
Vamos precisar de todo mundo prá banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova vamos precisar de muito amor
A felicidade mora ao lado e quem não é tolo pode ver
A paz na Terra, amor, o pé na terra
A paz na Terra, amor, o sal da...
Terra, és o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro, tu que és a nave nossa irmã
Canta, leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com teus frutos, tu que és do homem a maçã
Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois
Prá melhor juntar as nossas forças é só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora para merecer quem vem depois
Deixa nascer o amor
Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor
Deixa viver o amor
Composição de Beto Guedes e Ronaldo Bastos

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Flocos de neve também possuem um sabor especial




Esqueceram de te contar que os beijos são umas das melhores coisas da vida, capaz de incendiar o coração? Esqueceram de te ensinar a admirar a beleza das auroras de inverno? E de te revelar que as lágrimas de um irmão são gotas que ressuscitam a afabilidade? Esqueceram de te provar que aquele que tem o pé na estrada está mais próximo da realidade? E que nas guerras causadas pelos conflitos internos, as vítimas são sempre os outros? Esqueceram de te falar que o amor pode chegar numa segunda-feira de manhã? Ignoraram o fato de que a alegria está nas coisas simples da vida? Não te contaram que os flocos de neve possuem um sabor especial? Esquivaram-se de revelar-te que muitos permanecem solteiros, mesmo após o casamento? Evitaram divulgar-te que os sonhos são as revelações da alma? Impiedosamente, sacralizaram a culpa tatuada invisivelmente na sua garupa? Censuraram-no da verdade de que atrás de uma rocha, pulsa um coração ávido por derramar seus sentimentos em cascata? Privaram-te de saber que todas as luas são auspiciosas luas-de-mel? Não te contaram que, independentemente da morte, o amor permanece vivo? Rejeitaram contar-te que, tanto aqui como além do horizonte, toda natureza é admirável? Mentiram para você dizendo que para ser exitoso era necessário perder a inocência? Nunca quiseram dizer-te que lágrimas tranqüilizam a mente e minimizam as preocupações? Não te avisaram que a morte caminharia sempre ao nosso lado, e que um dia, carinhosamente, ela nos privará de compartilhar as coisas boas desta vida?

(Contribuição desconhecida)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Para que serve uma relação?



“Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil”. Acho que essa é a definição mais simples e exata sobre o sentido de um relacionamento.
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com a outra pessoa, à vontade para concordar com ela ou para discordar dela.
Para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale um som novo enquanto você prepara o omelete.
Para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e quase sempre estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada, uma pessoa bonita a seu modo.
Uma relação tem que servir para que o outro se sinta amparado em suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas.
Deve servir para fazer os dois se divertirem, mesmo em casa, principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, a cobrir as dores um do outro num momento de melancolia e para cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para acompanhar o outro no médico e para perdoar as fraquezas. Para abrir a garrafa de vinho enquanto o outro abre o jogo, e para os dois se abrirem para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

De que adianta?


De que adianta tanto conhecimento científico se não sei como transformá-lo em ações práticas?De que adianta tantas horas de estudo se, de todas, sou a mais tola? De que me serve ter tanto a oferecer se não há para quem dar? O que adianta ter asas se eu não sei voar (ou tenho medo de aprender)?

Diga-me, pra quê?

Para que serve tanta compreensão se não há mais o que compreender? De que adianta ter tantos sentimentos se eles vão continuar aqui dentro de mim sem ser compartilhado com os outros? Isso tem sentido? Por favor, diga-me.

De que adianta tanto conhecimento se o indivíduo é incapaz de conviver com os outros?
De que adianta tanto conhecimento ou teorias se não consigo iluminar as pessoas a minha volta?
De que adianta tanto conhecimento se não sei o que fazer com ele?
De que adianta tanto conhecimento se não consigo cativar as pessoas?
De que adianta tanto avanço tecnológico e conhecimento se eles não conduzem à humildade? O que vale mais?

De que adianta tanto esforço no sentido de aprender se os preconceitos aumentam a cada volume de conhecimento adquirido?
De que me adianta tanto conhecimento se não posso exercer a bendita profissão que escolhi para o bem de outras pessoas?
De que adianta ter o conhecimento mais profundo e extenso se não consigo refletir sobre questões tão simples e óbvias?
De que adianta tanto conhecimento se não consigo compartilhar a dor, o amor, a doença e a morte?
De que adianta dispor de técnicas cada vez mais modernas de comunicação se o ser humano está cada vez mais só?
De que adianta importar conceitos e teorias européias se não consigo aplicá-las à nossa realidade?
De que adianta tanta tecnologia, informação e gestão do conhecimento se as pessoas não sabem mais se relacionar na vida real, ter contato humano?
De que adianta tanto conhecimento se, ao menos, consigo entender que, em determinada situação, um abraço sobrepõe uma intenção racional?

Hoje é sexta-feira e eu quero um belo sorvete de chocolate!!!
Deus alivie o coração de seus filhos!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O amor não vê diferenças


Conviver com as diferenças não é tarefa nada fácil. Tenho passado por uma situação que, ao meu ver, deveria ser algo natural e tranqüilo de se lidar já que estamos tão evoluídos intelectualmente, conscientes, cheios de informações, interconectados neste Planeta que se tornou “pequeno” com o avanço de tanta tecnologia de comunicação. Afinal de contas, estamos no século XXI.

Porém, mesmo com todo esse progresso, ainda estamos muitos atrasados em alguns aspectos humanos. Ainda não conseguimos ENTENDER e AMAR o outro, o nosso semelhante. Digo “entender” porque a palavra “respeitar” parece que se tornou uma convenção social. A gente diz que respeita para se posicionar de uma maneira adequada e para mantermos uma boa imagem, uma postura aceitável na sociedade. Mas no fundo, a gente não compreende nada, nem ao menos nos esforçamos para isso. Na verdade, a gente não perde uma oportunidade de entrar numa “guerra”, num embate, de enfrentar o outro e tentar impor nosso ponto de vista, nossos valores, nossas opiniões e até nossas crenças. Parece que queremos provar para nós mesmos o potencial que temos que persuasão ou de conquistar adeptos.

Acredito que Deus nos dá oportunidades de conviver com pessoas muito diferentes da gente, principalmente em valores e princípios, para testar nossa humildade, nossa tolerância, nossa benevolência e nossa capacidade de relacionamento com o outro. Enquanto estamos pensando em “salvar” a alma da pessoa da qual discordamos, tentando fazê-la comprar nossa idéia, esquecemos que nós mesmos precisamos também de um trabalho interno, de um choque de convivência para aprender, de fato, o que significa a palavra respeito, compreensão e amor. Temos que ter muitos predicados para ser um trabalhador da seara do bem. Temos que dar conta da nossa insignificância. A gente se acha muito, sendo que, na verdade, somos também grandes necessitados, em diversos sentidos. Todos nós temos muito a aprender. E as diferenças nos enriquecem de uma forma grandiosa, tanto intelectualmente quanto moralmente. Aprimora nossa forma de se relacionar com o mundo e com as pessoas.

E mesmo que estivermos de posse de uma “verdade”, de uma dádiva do conhecimento, temos que entender que cada pessoa tem o seu tempo e sua forma de absorção. Não dá para impor ou tentar convencer as pessoas de uma forma imperativa, arrogante e presunçosa. A gente conquista as pessoas pelo Amor, por meio do Carisma, que acredito ser um dom de Deus. A gente não precisa se ocupar desse trabalho assim, dessa maneira. Basta que aprendamos o maior e mais importante ensinamento de Jesus: “Amai-vos uns aos outros como eu vós amei”. E para falar a verdade, acho que Deus não precisa de nós, somos nós que precisamos dele. Tudo está sob o seu controle, todos nós. Ou você duvida do seu PODER, da sua SABEDORIA, INTELIGÊNCIA e CAPACIDADE?

Neste momento tão atípico da minha vida, só peço orientação para que minhas atitudes e sentimentos sejam condizentes com o que há de mais pleno, verdadeiro e puro. Que estejam alinhados aos valores espirituais que regem as leis de Deus. Bem, parece que a escola Ele já me indicou, e estou muito feliz por isso. Creio que Jesus é o nosso Pastor e nós suas pequenas, simples e humildes ovelhas!


APROVEITO A OCASIÃO PARA COMPARTILHAR UM TEXTO QUE LI NO “FREQUÊNCIA ABERTA”, INFORMATIVO DA JUVENTUDE DA LIBER.

“O QUE É IGREJA AFINAL?”

Amigos, muito tem sido falado sobre estar na igreja, pertencer a uma igreja, ser membro de uma igreja, mas eu gostaria de te convidar a pensar e desejar em ‘ ser igreja de Cristo aqui na Terra’, pois é isso que faz toda a diferença.

A igreja não é um lugar e sim uma pessoa; não é um aprisco e sim um rebanho; não é um edifício, o templo sagrado e sim uma reunião de pessoas que crêem. A igreja somos todos nós que oramos, não onde nós oramos. Uma estrutura de tijolos ou mármores não é, para a igreja, mais do que uma roupa esporte ou social para uma pessoa. Não há nada mais amado por Deus neste mundo do que o homem, nenhum lugar é mais desejado por Deus para se santuário do que a sua vida.

Quando nossos valores são esses nos tornamos igreja do Senhor, canal de bênçãos para todos os que estão perdidos, aflitos, sem fé ou esperança, sem amor e sem uma razão para viver. Fomos escolhidos e enviados pelo Senhor Jesus para semear sua Palavra, para levar conforto e paz, para mostrar que nem tudo está perdido e que Deus sempre está de braços abertos para socorrer e abençoar, somos os representantes de Deus aqui na terra.
(...)
Às vezes nos preocupamos muito mais em construir edifícios grandiosos, paredes de pedras, interiores de granito e tudo o mais que achamos que farão de nossa igreja um lugar de grande beleza e atrativo. Não é errado ter templos bonitos, paredes e pisos de primeira qualidade. Mas o que importa e precisa ser bonita é a verdadeira igreja: a que está no interior, a que está no dia a dia, cantando e louvando, orando pelo bem das pessoas e de toda nação. A igreja mais bela que podemos ter é quando nós tornamos um povo santo, de mãos limpas, coração puro e com muito amor pelos que estão a nossa volta.
(....)
Pr. Edwin Ferraz

As pessoas desejam se encontrar


As pessoas desejam se encontrar. Isso quer dizer que desejamos encontrar nossa cara-metade. Não precisa ser exatamente nossa alma-gêmea (se é que isso existe), mas um companheiro ou companheira que divida conosco sonhos e ideais, e sejam capazes de tornar nossas vidas mais leves e coloridas.

Confesso que estou nessa situação, e tenho dezenas de amigos e amigas que também estão nessa busca (ou à espera) de algo que seja capaz de transformar a nós mesmos ou nossas vidas. Onde está o Cupido que não entrelaça esses corações? A falha não está na entidade mitológica arqueira incumbida da missão. A falha está em nós mesmos, em nossa ansiedade, em nossa pressa de ver as coisas acontecendo que chega a comprometer nosso discernimento.

Ao meu ver, as pessoas iniciam relacionamento por, basicamente, três motivos. O primeiro deles, uma crueldade, é por pressão da sociedade. Esta pressão fica mais evidente quando chegamos a uma certa idade. Quando ultrapassamos a faixa etária “adequada” para se casar, ter filhos etc, até a família colabora para nos deixar ainda mais angustiados.

Conheço várias pessoas que cederam a essa pressão ou aceitaram esse condicionamento imposto por nossa cultura sem levar em consideração seus verdadeiros sentimentos, a possibilidade de se sentirem plenos, a liberdade de que dispomos. Resultado: separação ou uma vida morna, a apagada, conformada. Em ambos os casos, é inevitável não conviver com a dor, com a frustração e com o inconveniente “e se”. E se eu tivesse feito outra escolha?

O segundo motivo é drástico, talvez mais complicado que o primeiro, e a culpa é da bendita carência. Aquela situação em que só conseguimos pensar na possibilidade de começar um relacionamento com alguém, em ter alguém, em se sentir alguém. Mas antes quero deixar claro uma coisa: carentes todos nós somos. Quem não gosta de receber um carinho, um abraço forte, um beijo gostoso, um cafuné, flores, bilhetinhos, demonstrações de afeto, uma surpresa, um sorriso de alguém pela qual nutrimos um sentimento todo especial? Duvido que alguém diga “eu não me importo” ou “eu não ligo”. Duvido até que o homem mais duro e frio não se renda, mesmo a contragosto, a um gesto carinhoso.

O problema é quando a carência chega tomando o espaço da nossa auto-estima. E isso acontece freqüentemente, sem que percebamos. Pois a ansiedade, nosso desejo apressado de ver as coisas acontecendo (lembra?) compromete nosso discernimento. Então, embarcamos na primeira balsa que encosta em nosso porto. Nem ao menos verificamos as condições da viagem e a capacidade do veículo. Em alguns casos, é rápido perceber que estamos numa canoa furada.

Sair dessa situação demanda um trabalho imenso, uma resistência e uma força de vontade descomunal. Seria tão menos doloroso se tivéssemos sido prudentes e dado mais valor a nós mesmos. Acredito que nessa categoria embarque 90% das pessoas que estão nesta busca.

Antes de falar sobre o terceiro motivo, acho que vale a pena citar uma outra razão, não menos perigosa. Há pessoas que se aproximam de outras também por puro interesse. Acredito e tenho fé que situações como essas estejam mais presentes em obras de ficção como novelas, filmes, livros etc. Mas não podemos deixar de constatar que diversos seres humanos se deixam ser levados por seus instintos inferiores, por seu egoísmo, e vão à caça de suas presas para conquistar bens materiais, dinheiro, conforto, luxo, status, prazeres, entre outros benefícios. Há pessoas que se aproximam da outra até para conquistar uma “boa imagem”. Confesso que já joguei um charme por conta de um interesse intelectual. Melhor corrigir minha colocação, na verdade eu me senti atraída pelo conhecimento que o outro tinha, sua cultura, a linguagem formal, a postura. E eu pretendia absorver um pouco disso, unir o útil ao agradável rsrs. Preciso ficar atenta, pois esse é um dos meus pontos fracos.

Finalmente, a verdadeira razão pela qual as pessoas se unem é para se sentirem mais fortes, mais vivas. O que garante uma base sólida para esta parceria são as afinidades. Não tem jeito, para uma relação dar certo é necessário que o casal tenha diversas afinidades, ou venha a cultivá-las: perspectiva de vida, projetos, sonhos, fantasias, diversão, afinidade espiritual, de valores, de hábitos etc.

Um casal precisa ser amigo um do outro, e amizades, geralmente, nascem a partir das afinidades. Além disso, como disse Antônio de Pádua, canonizado pela Igreja Católica, para se chegar ao Amor é preciso uma longa caminhada. Uma jornada que passa pelo respeito, pela consideração e pelo carinho. Somente se houver respeito ao outro, à sua liberdade, aos seus sonhos, às suas limitações; somente se houver consideração, o ato de se colocar no lugar do outro, de valorizar e demonstrar o quanto esta pessoa é importante para você; somente se houver carinho, que é a demonstração concreta e real do que sentimos pelo outro, expressar o que temos de melhor para nossa principal companhia, cuidar, torná-la alegre; somente com esses três ingredientes chegamos perto do que significa a palavra AMOR.

Diante disso, pessoas estão se unindo e construindo suas vidas sem nenhuma base, sem ter como ‘norte’ o objetivo principal da humanidade, a condição primária para sermos de fato felizes. Nem preciso falar aqui as conseqüências disso, não é mesmo?

Raquel Corrêa